
A escolha de um navio para carga breakbulk começa com dimensões exatas da carga. O comprimento, a largura, a altura e o peso determinam se a carga pode ser embarcada em segurança, posicionada corretamente e manuseada com o equipamento disponível a bordo do navio.
Um navio pode ter capacidade de deadweight suficiente e ainda assim ser inadequado devido às dimensões limitadas das escotilhas, à resistência do convés, ao alcance das gruas ou ao espaço de stowage disponível. As unidades fora de medida podem exigir pontos de içamento, apoios especiais, soluções de lashing ou engenharia adicional antes do início do embarque.
A carga também deve ser confrontada com as limitações do porto. As gruas de cais, as dimensões do posto de acostagem, as restrições de calado e as vias de acesso podem afetar a viabilidade prática da operação planeada.
A informação incompleta sobre a carga conduz frequentemente a ofertas de navios incorretas, à revisão do frete e a atrasos durante as negociações. Uma consulta profissional deve, por isso, incluir as dimensões e o peso de cada volume, os detalhes de embalagem, os dispositivos de içamento, os desenhos e o período de embarque pretendido.
O melhor navio não é simplesmente a opção maior ou mais barata. É o navio capaz de transportar a carga em segurança, operar dentro das restrições portuárias e concluir a viagem sem custos adicionais evitáveis.
Os especialistas experientes em chartering avaliam estes fatores antes de recomendarem a tonelagem adequada.
Veja também: Como preparar uma consulta completa de chartering breakbulk e Porque escolher um navio breakbulk não é tão simples como parece.
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